Quem lida com pagamentos em cartão de crédito e débito já deve ter ouvido falar desse termo e em algum momento se perguntou o que é um adquirente. Afinal, são vários os participantes desse processo: os bancos do cliente e da loja precisam “conversar” para que o pagamento da compra seja efetuado.
Pode parecer fácil: basta o consumidor passar o cartão na famosa maquininha que a compra está realizada e a loja recebe o dinheiro. Esse é um dos tipos de transações financeiras mais comuns no e-commerce, sendo feito de forma simples e segura. Vamos saber melhor como funciona.
Se o processo de compra fosse um jogo de futebol, do lado do ataque estaria o cliente, e do lado do gol, o estabelecimento. Para que a bola chegue do lado adversário, é preciso ter um jogador no meio de campo. No processamento de pagamento, é esse o papel do adquirente.
É ele que faz a intermediação entre a bandeira do cartão de crédito do consumidor e o estabelecimento comercial. No caso do comércio físico, ele se dá pela famosa maquininha. No caso da loja virtual, softwares fazem o papel da maquininha na hora de processar o pagamento.
Dessa forma, ao se falar sobre o que é um adquirente, estamos falando de uma etapa importante em toda a jornada da compra. É ele que faz a comunicação entre a conta ou bandeira do cartão do cliente e a da loja. É ele também que recebe o dinheiro e faz o repasse ao estabelecimento em até 31 dias.
O adquirente, ao cumprir a missão de “fazer o meio de campo” na jornada de compra, cumpre outro papel: o de garantir que a transferência de valores aconteça de forma segura e eficaz. Além disso, eles têm serviço de suporte técnico para auxiliar o estabelecimento com dúvidas ou reclamações.
No entanto, para o estabelecimento contratar um adquirente, ele precisa cumprir requisitos de segurança, como ter sistemas antifraude. Além disso, é essencial ter conexão direta com o provedor de internet. Por terem custos mais altos, isso inviabiliza o processo para lojas virtuais menores — é aí que entra o subadquirente.
Quando se fala sobre o que é um adquirente, é natural pesquisar a respeito do subadquirente, que nada mais é que um intermediário entre a loja e o adquirente. Usando a metáfora do jogo de futebol, ele age como o jogador que fica entre o meio do campo e o atacante.
A vantagem de um subadquirente é que ele oferece soluções antifraude para o negócio virtual, além de fazer ligação com várias bandeiras de cartão de crédito. Ao se falar sobre o que é um adquirente, é importante também conhecer esses detalhes, que facilitam bastante a vida do empreendedor.
Quando se usa o subadquirente na finalização da compra, o cliente é redirecionado a uma página de checkout. Isso pode gerar o que se chama de abandono de carrinho, quando o consumidor deixa os produtos no site e não finaliza o pagamento.
Com o avanço da tecnologia, foi possível desenvolver outros métodos de pagamentos eletrônicos que facilitam a vida tanto do cliente quanto da loja. Um deles usa um conceito chamado Open Finance, que é utilizado pela Crystal para fazer a intermediação dos pagamentos.
O Open Finance é o compartilhamento de dados bancários do cliente entre diferentes instituições financeiras. Por meio da autorização do usuário, ele faz as contas bancárias “conversarem” entre si, trocando informações como saldo e movimentações financeiras.
Assim, a Crystal consegue conectar as contas bancárias do cliente com a da loja virtual na hora de processar o pagamento da compra. O consumidor nem precisa sair do aplicativo do marketplace: ele recebe um link de pagamento que faz todo o processo, de forma simples, rápida e segura.
Quando se fala sobre o que é um adquirente, é importante também conhecer outras formas de intermediação de pagamento. Assim, o empreendedor pode escolher a opção que melhor atende às suas necessidades.
No caso do iniciador de pagamento, a principal vantagem é que ele processa a compra em poucos passos. Quando o cliente finaliza o pedido via Pix, o iniciador entra em contato com sua conta bancária. Em seguida, um link de pagamento é enviado para o consumidor, que clica sobre ele para autorizar a transação.
Com o “aceite” do cliente, o banco valida o pagamento, e o valor é transferido para a instituição financeira da loja virtual. Pelo fato de todo o processo ser intermediado pelo Open Finance, que cumpre uma série de requisitos rigorosos de segurança, o risco de fraude é bastante reduzido.
Saber o que é um adquirente é fundamental para proprietários de e-commerces, já que eles precisam conhecer como funciona o processo de pagamento pelas compras. Vale lembrar que a Crystal usa o Open Finance para realizar a intermediação na finalização dos pedidos feitos em lojas virtuais.
Para saber mais como funciona esse processo e como ele pode ser bem-vindo no seu marketplace, visite o site da Crystal! Lá você conhece um pouco mais sobre o Open Finance e pode solicitar uma demonstração. Acesse e confira!